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Segurança da Informação

Saiba quais são as melhores práticas para administrar uma estratégia de segurança digital e gestão de riscos em uma área de TI obsoleta.

Os sistemas legados de TI representam um risco operacional significativo para os setores privados e governamental, com ameaças cibernéticas evoluindo mais rápido do que a capacidade das equipes de segurança de atualizar seus sistemas e equipamentos.

Na prática, quando falamos sobre o risco do negócio, não estamos falando somente sobre os impactos negativos na produtividade da equipe ou na marca e reputação das empresas ou órgãos públicos, mas sobre a falha de sistemas críticos resultando na incapacidade de uma empresa de fabricar mercadorias, despachar produtos e gerir seu caixa; no governo o impacto na população que precisa de serviços como geração de guias ou até ser atendido em hospitais, postos de saúde, escolas, etc.

Conforme os sistemas de TI envelhecem, os riscos de segurança aumentam, agravados pelo fato de que essas estruturas de tecnologia são essenciais para os negócios e, muitas vezes, não podem ser desativadas ou substituídas devido aos altos custos, complexidade ou falta de alternativas adequadas.

Os sistemas legados de TI costumam estar no centro dos incidentes de violação cibernética e, como a descontinuidade do uso da solução geralmente não é uma opção, os profissionais de segurança da informação precisam gerenciar o risco. Isso é possível trabalhando em estreita colaboração com as principais partes interessadas da empresa ou governo para identificar toda a arquitetura considerada crítica e a estrutura que a suporta.

O papel dos profissionais de segurança é avaliar a probabilidade e o impacto potencial de um ataque cibernético, enquanto a responsabilidade do time de negócios é identificar quais sistemas e processos são os mais críticos.

Uma vez que os profissionais de segurança entendam quais sistemas são críticos, eles são capazes de priorizar e planejar quais devem ser atualizados e corrigidos para torná-los seguros. No entanto, nem toda arquitetura legada pode ser corrigida e atualizada pois são sistemas antigos, sem suporte dos fabricantes ou até descontinuadas.

Se este é o seu caso, vamos dar algumas orientações para ajudar neste desafio.

Como lidar com vulnerabilidades legadas

Pode ser uma dor de cabeça lidar com as vulnerabilidades legadas, mas deixar de fazer isso tende e vai criar problemas muito piores.

Apesar de desafiador, a maneira de lidar com esse cenário é simples: encontre e corrija. Um bom gerenciamento de riscos significa encontrar e consertar, primeiro, os bugs e vulnerabilidades mais críticas e depois as menos graves.

As etapas recomendadas para proteger uma estrutura de TI específica podem ser aplicadas a toda uma arquitetura tecnológica legada, seja de sistemas ou de hardware.

1.      Crie um inventário de tecnologia

Para valer a pena, seu inventário deve ser abrangente, e incluir todo o software do sistema operacional, hardware, aplicativos e aplicações em nuvem. Como a maioria das soluções de tecnologia contém componentes variados, uma ferramenta de análise e gestão de inventário é a melhor maneira de localizar esses componentes e controlá-los.

2.      Encontre e avalie vulnerabilidades

Após identificar possíveis falhas, é preciso corrigi-las. Aqui também existem ferramentas e prestadores de serviço que podem apoiar sua empresa nesta tarefa.

A maioria das ferramentas de gestão de vulnerabilidade irá alertá-lo se algum componente de sua infraestrutura de TI possui fragilidades conhecidas e como e onde estão as correções e como devem ser aplicadas. Lembre-se que a maioria dos ataques acontecem com Hackers explorando vulnerabilidades conhecidas e amplamente divulgadas.

3.      Gerencia seu risco

As mensagens das classificações de gravidade e outras listas de vulnerabilidade servem para que as organizações definam prioridades. 

Não perca tempo nem aumente o seu risco trabalhando em uma lista interminável de vulnerabilidades: conserte as piores primeiro.

Tenha também em mente que atualizar uma infraestrutura obsoleta pode exigir um investimento maior do que realizar a aquisição de um novo hardware ou sistemas ou ainda uma migração para a nuvem.

4.      Crie uma boa estrutura de redes

Segmente e monitore sua rede e coloque num segmento separado os sistemas e equipamentos que estão mais vulneráveis, assim, todos os fluxos de dados que envolvem essas soluções podem ser estritamente controlados ajudando no bloqueio e na disseminação de possíveis ataques ou infecções.

5.      Mantenha-se atualizado

Após atualizar sua estrutura de tecnologia, a mantenha sempre atualizada. Não deixe seus ativos voltarem à obsolescência. Isso significa definir políticas para manter seu inventário atualizado, rastrear atualizações e patches e instalá-los assim que possível.

Sim, são necessários tempo e investimento, mas, certamente isso fará sua organização economizar no longo prazo. Criar e seguir um plano para lidar com vulnerabilidades legadas é um investimento, e as manchetes diárias deixam claro que optar por essa estratégia vale a pena.

6.      Tenha um bom parceiro focado em segurança digital

Num momento que todos os negócios e serviços tem componentes de tecnologia um ataque cibernético é uma questão de quando e não se vai acontecer. Independente do porte da sua empresa ou órgão governamental é muito difícil ter uma equipe e ferramentas que suportem todo o ciclo da segurança da informação. Esse parceiro junto com sua equipe vai apoiar e trazer as novas tecnologias serviços e ferramentas que suportam e protegem estes sistemas legados.

Saiba mais sobre a Protega e como podemos ser seu parceiro focado em Cibersegurança

A Protega Security Consulting é uma empresa especializada em análise de governança, risco e compliance e em serviços de gestão de segurança da informação.

Com 19 anos de know-how em cibersegurança, buscamos entender as necessidades da sua empresa, com equilíbrio entre o investimento disponível e o máximo de segurança possível. 

Nossa atuação é direcionada para a prevenção e gestão dos riscos, com serviços profissionais que abrangem desde a estruturação dos processos, implementação de soluções e, adequação às regulamentações e legislações – que, aliados ao constante monitoramento de ataques em tempo real, garantem as camadas de segurança cibernéticas que sua organização precisa.

Recentemente, Protega e Zillion se uniram e, a partir de agora, as empresas expandem suas operações dos escritórios de São Paulo, Campinas, Belo Horizonte e Nova York para Uberlândia e Goiânia, além de outras cidades que já eram atendidas pela Zillion.

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Protega